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Cioeste apresenta índice de vulnerabilidade às mudanças climáticas em seminário sobre gestão de riscos

Nos dias 9 e 10 de outubro, foi realizado na Universidade Federal do ABC o “Seminário Metropolitano sobre Governança de Riscos e Adaptação às Mudanças Climáticas”.

A equipe do Cioeste (Consórcio Intermunicipal da Região Oeste Metropolitana de São Paulo) participou do evento e teve a oportunidade de apresentar o índice de vulnerabilidade às mudanças climáticas desenvolvido para a Região Oeste Metropolitana de São Paulo.

O seminário teve como finalidade promover o debate quanto a ações, pesquisas, mapeamentos e informações que são necessários para dar suporte à estruturação do Plano Metropolitano de Adaptação às Mudanças Climáticas. O evento acontece como decorrência do PDUI-RMSP (Plano de Desenvolvimento Urbano Integrado da Região Metropolitana de São Paulo).

Instituições governamentais e de pesquisa ligadas à governança metropolitana e gestão de riscos ambientais, além de prefeituras dos municípios que fazem parte da RMSP, puderam se reunir e se articular em torno da causa. A iniciativa contou também com apoio da Câmara Temática Metropolitana de Gestão de Riscos Ambientais.

Alguns temas abordados foram os impactos das mudanças climáticas em áreas urbanas, como é o caso da Região Metropolitana de São Paulo; os desafios na gestão das águas em cenários de mudanças no clima; experiências de gestão de riscos empreendidas pela governança metropolitana no Brasil; e o índice de vulnerabilidade às mudanças climáticas engendrado pelo Cioeste.

O estudo pioneiro empreendido pelo consórcio, em parceria com o Banco de Desenvolvimento da América Latina (CAF), vem sendo cada vez mais reconhecido como uma medida eficiente e replicável de preparo prévio para o enfrentamento às mudanças climáticas.

A pesquisa monitorou a vulnerabilidade atual e futura de municípios que integram o Cioeste (Barueri, Carapicuíba, Cotia, Itapevi, Jandira, Osasco, Pirapora do Bom Jesus e Santana de Parnaíba) às mudanças climáticas, com o objetivo de estabelecer medidas de adaptação a tais alternâncias previstas para o clima.

Cioeste apoia estruturação de plataforma que ajudará na adaptação às mudanças climáticas

Nesta quarta-feira (06/09), o Cioeste (Consórcio Intermunicipal da Região Oeste Metropolitana de São Paulo) participou do 4º workshop da plataforma AdaptaClima, em Brasília. Com previsão de lançamento para o início de dezembro, o site tem a missão de sistematizar e disponibilizar informações relacionadas à adaptação às mudanças do clima, estimulando também o compartilhamento de conhecimentos entre pessoas e instituições no país engajadas nesta agenda.

O encontro reuniu articuladores-chave do governo federal, assim como representantes de governos locais e cooperação internacional, a fim de discutir a composição da governança da iniciativa e o fortalecimento da rede de atores envolvidos em seu desenvolvimento e manutenção.

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Coordenado pelo Ministério do Meio Ambiente e desenvolvido pelo Centro de Estudos em Sustentabilidade da Fundação Getúlio Vargas (GVces), o projeto conta com a participação de diversas organizações, como o Banco Interamericano de Desenvolvimento, a Fundação Oswaldo Cruz, a ONU Meio Ambiente, a Rede Sul-Americana para as Migrações Ambientais e o Cioeste.O índice de vulnerabilidade às mudanças climáticas – estudo pioneiro empreendido pelo consórcio, inédito em uma região metropolitana – tem figurado como case de referência ao longo da criação da plataforma, que vem sendo desenvolvida de forma colaborativa.

Realizado em parceria com o Banco de Desenvolvimento da América Latina (CAF), o estudo adquire reconhecimento como uma prática eficiente de preparo prévio para o enfrentamento às mudanças climáticas, tendo potencial de replicação em outras cidades e territórios do país.

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Avaliando as vulnerabilidades atual e futura dos municípios que integram o Cioeste diante de possíveis alterações no clima, o índice de vulnerabilidade apresenta uma série de medidas de adaptação a estas mudanças que podem ser adotadas ao longo dos próximos anos.

O AdaptaClima, por sua vez, fornecerá dados climáticos aos usuários para que tenham a possibilidade de calcular impactos possíveis e o nível de vulnerabilidade em que se está diante deles. Além disso, disponibilizará uma série de informações – de âmbitos local e global – ligadas ao tema e ajudará as pessoas no desenvolvimento de estratégias de adaptação.

Cioeste apresenta iniciativa de enfrentamento às mudanças climáticas na Câmara Temática Metropolitana

Inédito em uma região metropolitana, o índice de vulnerabilidade às mudanças climáticas desenvolvido para os municípios que integram o Cioeste (Consórcio Intermunicipal da Região Oeste Metropolitana de São Paulo) foi apresentado nesta terça-feira (18/07) pela equipe do consórcio na Câmara Temática Metropolitana para Gestão dos Riscos Ambientais Urbanos de São Paulo.

A exposição da iniciativa ao órgão do Conselho de Desenvolvimento Metropolitano – formado pelos 39 prefeitos da Região Metropolitana de São Paulo e por representantes do Estado – reflete a sua aplicabilidade e eficiência na adaptação às mudanças do clima e também o potencial de replicabilidade que possui, uma vez que a estruturação de um índice como este pode ser empreendida em diferentes regiões do país.

Realizado em parceria com o CAF (Banco de Desenvolvimento da América Latina), o estudo avaliou a vulnerabilidade atual e futura dos municípios que integram o Cioeste (Barueri, Carapicuíba, Cotia, Itapevi, Jandira, Osasco, Pirapora do Bom Jesus e Santana de Parnaíba) às mudanças climáticas, a fim de traçar medidas de adaptação às alternâncias previstas no clima.

A reunião na Câmara Temática Metropolitana nesta terça contou também com um seminário sobre governança para a prevenção de riscos quanto à questão climática, que é precisamente o que fez o Cioeste a partir da criação do índice de vulnerabilidade.

A Câmara estimula o fortalecimento dos municípios – como se dá no caso dos consórcios – para que haja uma integração na gestão de riscos. O estudo completo que culminou no desenvolvimento do índice de vulnerabilidade às mudanças climáticas do Cioeste pode ser acessado aqui.

Plataforma para adaptação às mudanças climáticas estuda experiência do Cioeste como case

Em fase de desenvolvimento, a plataforma AdaptaClima é uma iniciativa do Ministério do Meio Ambiente que será lançada em breve, com a finalidade de criar uma rede de articulação entre os atores sociais que produzem e os que utilizam informações e conhecimentos relacionados às medidas de adaptação às mudanças climáticas no país.

Ao longo da criação da ferramenta, exemplos de práticas bem-sucedidas neste sentido – aplicadas tanto no Brasil quanto em outros países – têm sido estudados, e o Cioeste (Consórcio Intermunicipal da Região Oeste Metropolitana de São Paulo) foi escolhido para compartilhar a sua experiência com a estruturação de um índice de vulnerabilidade às mudanças climáticas inédito em uma região metropolitana.

O estudo pioneiro empreendido pelo consórcio, em parceria com o Banco de Desenvolvimento da América Latina (CAF), será avaliado como case durante a criação da plataforma, que vem sendo construída de forma colaborativa a fim de reforçar a implementação da agenda de adaptação às alterações do clima no Brasil.

A escolha de tomar como referência o índice de vulnerabilidade desenvolvido para os municípios do Cioeste mostra o seu reconhecimento como uma prática eficiente de adaptação às mudanças climáticas, que pode ser adotada nas diversas regiões do país.

A finalidade do estudo foi avaliar a vulnerabilidade atual e futura dos municípios que fazem parte do consórcio (Barueri, Carapicuíba, Cotia, Itapevi, Jandira, Osasco, Pirapora do Bom Jesus e Santana de Parnaíba) às alterações climáticas e, a partir disso, definir medidas de adaptação a tais alternâncias.

A plataforma AdaptaClima nasce a partir de uma parceria entre o Ministério do Meio Ambiente; o Fundo Newton, operado pelo Conselho Britânico; o Centro de Estudos em Sustentabilidade da FGV-EAESP (GVces); e o International Institute for Environment and Development (IIED).

A ferramenta contará com um mapa interativo, que vem sendo estruturado a partir de dados climáticos disponibilizados por parceiros da iniciativa, como Agência Nacional das Águas (ANA), Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE) e World Wild Fund (WWF). Há ainda outras 75 organizações colaboradoras que apoiam a plataforma, como o Cioeste.

Cioeste apresenta estudo inédito na região aos integrantes do consórcio

Após estudo de impacto de vulnerabilidade climática, o Cioeste (Consórcio Intermunicipal da Região Oeste Metropolitana de São Paulo) promoveu uma reunião entre os prefeitos que compõem o consórcio e o diretor executivo da CAF (Banco de Desenvolvimento da América Latina), Victor Rico. O encontro foi realizado com o objetivo de tratar da viabilização de empréstimos da instituição financeira para a execução de projetos de obras em áreas de vulnerabilidade social.

Comandada pelo presidente do consórcio, Elvis Cezar, a reunião contou com a presença dos prefeitos Rogério Lins (Osasco), Josué Ramos (Vargem Grande Paulista), Rogério Franco (Cotia), Paulo Barufi (Jandira), Marcos Neves (Carapicuíba) e Dany Wilian Floresti (Pirapora do Bom Jesus). Os demais prefeitos mandaram representantes. Estiveram presentes também os secretários dos municípios.

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Conforme estudo de uma consultoria promovida pelo Cioeste, foi realizado um diagnóstico das áreas de vulnerabilidade social de cada município da Região Oeste da Grande São Paulo. Agora, de posse deste estudo, os prefeitos irão priorizar as necessidades e, com os seus técnicos, elaborar os projetos que deverão ser aprovados pelas respectivas Câmaras Municipais.

Como tratam-se de empréstimos estrangeiros, os mesmos terão de ser avaliados e aprovados pelo Senado da República. Segundo o presidente do Cioeste, Elvis Cezar, a linha de crédito da CAF parte do patamar de R$ 40 milhões, a juros que variam de 3 a 4% ao ano. “São condições excelentes de financiamento para as nossas cidades resolverem muitos problemas sociais e ajudarem a nossa população”, disse Cezar.

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Fotos: Sérgio Gobatti

Workshop do Cioeste discute criação de índice de vulnerabilidade às mudanças climáticas para municípios

Nesta quarta-feira (8/02), o Cioeste (Consórcio Intermunicipal da Região Oeste Metropolitana de São Paulo) realiza um workshop para discutir a implementação de um índice de vulnerabilidade às mudanças climáticas para os municípios que compõem o consórcio.

O evento apresentará o andamento do projeto, que está em fase de concepção, levantando um debate a respeito de possíveis medidas de adaptação para que seu Plano de Ação seja executado.

Uma avaliação será realizada no início do encontro para abordar a maneira como as ações devem ser priorizadas, levando em consideração alguns critérios para a sua execução, como os benefícios sociais e ambientais que trariam para os municípios, os custos que acarretariam e a possibilidade de que fossem replicadas em outras regiões do país.

Workshop debate medidas preventivas às mudanças climáticas nos municípios do Cioeste.

Workshop debate medidas preventivas às mudanças climáticas nos municípios do Cioeste.

Discutir as mudanças climáticas é imprescindível e urgente neste momento, em que presenciamos o aumento da temperatura média global. Dados da Organização Meteorológica Mundial divulgados em novembro de 2016 indicam que as mudanças climáticas aumentaram a frequência de fenômenos meteorológicos extremos, como secas e ondas de calor, entre 2011 e 2015.

Sendo assim, a partir de projeções climáticas realizadas em âmbito regional, por exemplo, ações de adaptação podem ser adotadas para diminuir a vulnerabilidade dos sistemas naturais e humanos diante de possíveis mudanças do clima. E é aí que está a importância da iniciativa do Cioeste de debater este assunto.

Realizado em parceria com o Banco de Desenvolvimento Econômico da América Latina (CAF) e a partir da consultoria do Factor CO2 – uma organização global que já atuou em mais de 40 países, oferecendo respaldo profissional em relação à questão das mudanças climáticas –, o workshop acontecerá em Barueri e contará com a realização de uma dinâmica que irá dividir os participantes em grupos. O objetivo é proporcionar o relacionamento e a troca de informações entre instituições e pessoas das secretarias municipais convidadas, que têm as suas áreas de atuação relacionadas ao tema do encontro.

Cada grupo terá um mediador e um porta-voz, que serão úteis para facilitar a condução do debate e apresentar as conclusões levantadas por meio da articulação de ideias das equipes formadas. O trabalho em grupo terá uma hora e meia de duração e será conduzido pelo Factor CO2.

Participantes

O workshop realizado pelo Cioeste contará com representantes políticos e técnicos do consórcio – que atuam em Secretarias como as de Planejamento e Desenvolvimento Urbano, Saúde, Desenvolvimento Econômico, Desenvolvimento Social e Recursos Naturais e do Ambiente –, além de representação da Emplasa (Empresa Paulista de Planejamento Metropolitano S.A), da Secretaria Estadual do Meio Ambiente de São Paulo, da Defesa Civil do Estado, do INPE (Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais) e do Cemaden (Centro Nacional de Monitoramento e Alertas de Desastres Naturais).

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Workshop debate medidas preventivas às mudanças climáticas nos municípios do Cioeste.

Experiência em Múrcia

Em 2015, o Factor CO2 deu início a um projeto no município de Múrcia, na Espanha, para analisar projeções climáticas para a cidade e avaliar a vulnerabilidade da região a possíveis mudanças no clima.

Com base em dados meteorológicos de Múrcia nas diferentes estações do ano, projeções climáticas específicas para a região vêm sendo desenvolvidas. A ideia é que a interpretação das informações obtidas permita uma análise de risco para o clima no município.

Os dados possibilitam a identificação dos setores-chave na cidade que poderiam propiciar a ocorrência de mudanças climáticas. Desta forma, para uma melhor adoção de medidas preventivas, os resultados obtidos para cada um destes setores serão posteriormente contrastados com diferentes áreas, em várias sessões de trabalho no município.